terça-feira, 26 de abril de 2016

Recordes são feitos para serem quebrados - Nevasca recorde na Argentina

Na onda de calor recorde para época do ano fizeram um estardalhaço, agora o frio é recorde para a época.


NEVASCA INÉDITA PARA ABRIL EM MEIO SÉCULO NA ARGENTINA | Autoridades de emergência se mobilizaram para auxiliar com lenha, gás e alimentos moradores e viajantes presos em meio a uma nevasca no Norte da província patagônica de Neuquen, na Argentina. A neve, com a força do vento, chegou a acumular um metro e meio em alguns pontos. Conforme o governo local, nevascas ocorrem a partir de maio e fazia mais de 50 anos que não se registrava em abril. Consequência da potente massa de ar frio de origem polar que avança pelo Cone Sul e que traz neve até a província de Salta, no Norte da Argentina. (Meteorologista Luiz Fernando Nachtigall com fotos de Malvi Antiñir)

segunda-feira, 25 de abril de 2016

Frio - O forte aliado contra o Aedes aegypti




O Aedes aegypt não resiste as temperaturas abaixo dos 17ºC e morre, a não ser que existam mutações que eu desconheço.
O índice de mosquitos neste ano, tem sido muito maior que em anos anteriores, devido as chuvas provocadas pelo fenômeno El Ninho.
Muita água acumulada nas ruas, principalmente aqui no Litoral Norte, aliada as altas temperaturas nos últimos meses, tem tornado quase insuportável a infestação de mosquitos neste ano.
A previsão de uma queda brusca nas temperaturas vai fazer a temperatura despencar nessa semana no estado do RS, o que deve provocar a morte de um grande percentual de mosquitos.
Claro que a consciência da prevenção deve continuar, pois quando a temperatura subir novamente as larvas voltarão.

Claro que os cuidados não param, pois com o frio as nossas imunidades tendem a cair, e o vírus H1N1 passa a ser o problema, o vírus esse ano parece estar mais agressivo.

1 - O mosquito da dengue é chamado Aedes Aegypt. Somente a fêmea transmite a doença e o hábito deste inseto é vespertino. Ou seja, durante a tarde, o risco de ser picado é maior.
2 - Segundo um estudo do Ministério da Saúde, 85% dos criadouros dos mosquitos da dengue estão dentro das casas das pessoas. A maioria nos vasos de planta e nas caixas d’água mal fechadas.
3 - Os ovos do mosquito da dengue podem resistir por 400 dias nos cantinhos dos vasos e até em tampinhas de garrafa antes de virar larvas. Por isso, além de não deixar água parada é importante escovar com sabão cada cantinho dos recipientes.
4 - A temperatura preferida do mosquito da dengue para a procriação é de 36ºC. Acima de 50ºC – como mostraram os termômetros neste verão no Rio de Janeiro – a reprodução do inseto ja é comprometida. Mas para coibir o ciclo entre ovo e mosquito o ar-condicionado é um bom aliado. O Aedes detesta frio e morre em locais com menos de 17ºC.
5 - Uma receita caseira para evitar o Aedes: acender velas de citronela ou andiroba. Elas são eficientes para espantar os mosquitos.
6 - No início da epidemia de dengue do Brasil, os pesquisadores chamavam a doença de febre quebra ossos. Isso porque a dor no corpo era tamanha e a febre muito alta, acima dos 40ºC. Já no perfil de epidemia de hoje, o desconforto corpóreo continua grande, mas as febres nem sempre são altas e podem ficar em 38,5ºC.
7 - No Brasil circulam os tipos 1, 2 e 3 de dengue. Existe o tipo 4 presente em todos os países da América, Latina, Ásia e África. Os pesquisadores temem a chegada dele em terras brasileiras porque o risco é de uma epidemia sem precedentes na história.

terça-feira, 19 de abril de 2016

Investigando Nutrientes

Muitas vezes passa despercebido as informações nutricionais contidas na embalagem dos produtos alimentícios.
Aproveitando o conteúdo sobre os nutrientes, resolvi fazer um trabalho com os alunos sobre essas informações, pincipalmente os valores diários, pois o consumo em excesso  de um mesmo alimento pode fazer com que você absorva nutrientes em quantidade maior que o organismo necessita em detrimento de outros que irão faltar.
Resultado muito bom, os alunos se surpreenderam com as informações.
A turma é do 2° ano da Escola Divina Providência.

quarta-feira, 13 de abril de 2016

Fóssil de Anfíbio mais antigo que os dinossauros encontrado no RS

Fóssil de um animal que viveu aqui no RS a 260 milhões de anos foi encontrado em São Gabriel. O Rio Grande do Sul é uma região muito rica em fósseis.

Esse animal teria vivido aqui e na Rússia, essa migração foi possível, pois a terra nessa época tinha um único continente.

                                   
Konzhukovia sangabrielensis




O animal era um predador que poderia atingir até 3 metros de comprimento e teria vivido na região há aproximadamente 260 milhões de anos.
O crânio do anfíbio foi achado em 2008 por um grupo de pesquisadores liderado pelo professor Sérgio Dias da Silva, na época da Unipampa (Universidade Federal do Pampa). Após pesquisas da universidade juntamente com a UFSM (Universidade Federal de Santa Maria) e USP (Universidade de São Paulo), ficou comprovado que se tratava de uma nova espécie de um gênero anteriormente encontrado apenas na Rússia.
O animal pertence aos temnospôndilos, um grupo de anfíbios primitivos que tinha a forma semelhante a uma salamandra e que pode ter dado origem aos anfíbios atuais. O fóssil foi encontrado em um afloramento rochoso de idade permiana, o que equivale a um intervalo de aproximadamente entre 252 a 270 milhões anos atrás.
A existência de um mesmo gênero no Permiano do Brasil e da Rússia reforça a ideia de que nesta idade havia um "corredor biológico" que possibilitava o intercâmbio de espécies no supercontinente Pangeia.

terça-feira, 23 de junho de 2015

Inverno de El Ninho


         O Inverno-2015 será fortemente influenciado neste ano pelo El Niño, configurado no Oceano Pacífico pela primeira vez desde 2009/2010. Neste começo de inverno, o fenômeno apresenta intensidade moderada, contudo no decorrer da estação pode passar a forte. Tal estágio pode ser atingido em curto prazo, já que a intensificação do fenômeno se dá rapidamente. Os efeitos do El Niño já começaram a ser sentidos no Estado durante o outono e tendem a ser mais acentuados no inverno, especialmente na segunda metade da estação entre agosto e setembro.

       De acordo com o prognóstico dos meteorologistas da MetSul, o fenômeno El Niño tende a trazer, historicamente, temperatura acima da média no inverno com maior número de dias de temperatura amena ou elevada. Isso não pode ser interpretado como ausência de frio intenso. Mesmo sob El Niño podem ocorrer episódios de frio intenso a extremo no Estado. Em 2009, primeiro ano do último episódio de El Niño, o Rio Grande do Sul registrou durante a segunda metade do mês de julho uma das mais potentes ondas de frio dos últimos 30 anos no Estado para depois em agosto experimentar uma sequência de dias de muito calor com temperatura atípica. Em anos prévios de El Niño houve frio intenso tardio até em setembro, e com neve, como em 2002. Por isso, a expectativa é que em 2015 haja alternância destes períodos amenos ou quentes com outros de frio intenso, logo sem frio regular e constante por semanas seguidas como é mais comum sob La Niña. 


terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Relação: Seca no Sudeste x aquecimento Global, NENHUMA.

Destroem matas ciliares, poluem os rios, não combatem o assoreamento, depois querem se esconder atrás da teoria do aquecimento global, avalizados pelos ambientalistas. Só na cidade de São Paulo são mais de 12 milhões de pessoas bebendo água potável e devolvendo dejetos aos rios. Não tem Partido A ou B culpados, e sim, Opções políticas, econômicas e ambientais que levaram a esta situação, que deve piorar.



A falta de água não é uma “crise” porque ela não será passageira. Os fatores que levaram ao esvaziamento das represas não cessarão subitamente. Recuperar as Matas Ciliares que protegem os rios do assoreamento, reflorestar grandes áreas para manter a perenidade das nascentes, cessar o desmatamento da Mata Atlântica e da Amazônia, substituir uma prática agrícola predatória e, principalmente, adotar um novo modelo de desenvolvimento, não são medidas fáceis de serem adotadas e muito menos elas se encontram presentes na agenda dos atuais governantes. Quem acreditar nisso estará sendo, no mínimo, ingênuo. No caso dos políticos que tentam se justificar – chamando de crise o que permanente será – é pura leviandade mesmo. (Dener Giovanini, Estadão)




quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Espessura do Gelo na Antártida é muito maior que se pensava



As alterações climáticas estão a expandir o gelo na Antártica, dizem os cientistas.


Os cientistas têm-se mostrado intrigados que a camada de gelo do mar Antártico ter vindo a expandir-se significativamente - cerca de 1,9% por década desde 1985 - enquanto no Ártico o gelo tem diminuído nos últimos anos.
De acordo com um estudo publicado pelo jornal 'Nature Geoscience', o fenómeno é paradoxal mas tem uma explicação: os blocos de gelo do Antártico quando derretem dão origem a camadas de água gelada, que têm uma baixa densidade e por isso ficam à superfície do ocenano e voltam muito mais facilmente a transformar-se em gelo de novo, no outono e no inverno.
Esta seria a explicação para, nesta altura do ano, se verificar um aumento de gelo na região da Antártica, apesar do aquecimento global, explicou o investigador Richard Bintanja à BBC.