quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Níveis baixos dos rios gaúchos


                                                                      Rio dos Sinos

A tempo que este blog e muitos outros sites de ciência e ligados as questões ambientais vem alertando:


"Parem de se preocupar com o aquecimento global, o grande problema são os rios."


As temperaturas nunca se comportaram tão bem, frio no inverno, quente no verão, tudo como sempre foi.
O problema está no desmatamento que expõem os sedimentos, carregados pela chuva até o leito dos rios. 
O destino dos esgotos domésticos e industriais lançados sem tratamento no leito dos rios.
As plantações de arroz que retiram água para irrigação e devolvem barro e veneno para o rio.


Mexer com essas agressões é difícil, o caminho mais fácil é continuar culpando o aquecimento global.

Já está acontecendo racionamento em Novo Hamburgo e outros municípios como Gravataí já se preocupam.
E olhem que nem faz tanto tempo que as chuvas abandonaram o RS. Lembro de anos em que a estiagem foi menor e os rios não chegaram a este nível.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Primeira Toninha (espécie de golfinho) Albina do mundo em SC

A equipe do Projeto Toninhas registrou a presença de um filhote albino de toninha (espécie de golfinho) na Baía da Babitonga, em São Francisco do Sul (Santa Catarina). Este é o primeiro caso documentado de albinismo para esta espécie. 




Os biólogos do projeto registraram pela primeira vez o animal no dia 29 de outubro, depois ele foi visto mais duas vezes. No entanto, as fotos só foram divulgadas nesta quarta-feira, após uma grande pesquisa feita pela equipe. 


— Fizemos uma ampla pesquisa e não não tivemos notícia de outro registro em todo o mundo — destaca a bióloga do Projeto Toninhas, Camila Meireles Sartori. 
De acordo com ela, a toninha albina deve ter nascido em outubro, na própria Baía da Babitonga, e ainda é um filhote. O animal fotografado ao lado dela é possivelmente sua mãe. A região é utilizada habitualmente por esta população para reprodução, alimentação e descanso.


O albinismo se caracteriza pela pouca ou nenhuma pigmentação nos olhos, pele e/ou pelo (quando presente) dos animais. É uma condição herdada geneticamente. A equipe acredita que o animal conseguirá se desenvolver. 


— O maior problema enfrentado pelos animais albinos é que eles são fáceis de serem depredados, pois não conseguem se camuflar. Como aqui na região onde ela foi registrada não há predadores naturais de toninhas — tubarões e orcas — ela deve conseguir sobreviver — explica Camila.


No entanto, ela ressalta que animais albinos tem problemas com exposição ao sol.
—  Como ele tem que vir várias vezes a superfície para respirar, não sabemos ainda o que pode acontecer — esclarece.


A equipe seguirá acompanhando o animal. A cor desta toninha poderá sofrer algumas alterações ao longo do tempo, adquirindo um tom acinzentado ou rosado. 


Filhotes de toninha são totalmente dependentes da mãe até aproximadamente um ano de vida e se alimentam exclusivamente do leite materno até os seis meses, quando passam a ingerir pequenos peixes. No Brasil, já houve o registro de filhotes albinos de baleia-franca (Eubalaena australis) em Santa Catarina e de um adulto de boto-cinza (Sotalia guianensis) no Rio Grande do Norte. (Fonte:ZH)

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Chuva, vento e granizo em Capão

Hoje acabou o marasmo, depois de quase dois anos sem um evento climático no litoral norte, tivemos ação na tarde de hoje. Estávamos na escola Divina Providência e o tempo fechou, nuvens carregadas vindas de Osório fizeram anoitecer mais cedo em Capão.


Em torno das 3h30min veio a chuva, com ventos que beiraram os 100km/h.



                                                     Após chegaram as pedras de gelo.





                                                        O pátio da nossa escola virou açude.


Após a passagem da tempestade bastou andar pela redondeza para observar os efeitos: Árvores quebradas, placas caidas casas destelhadas.




Mas tudo acabou bem, sem vitimas, a luz voltou e seguimos com a aula, pois o fim do ano esta ai e não se pode parar.

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Eco Inquisição




     A Religião Verde é isso mesmo: uma Religião! Na senda da Inquisição da Igreja Católica, esta Religião moderna tem a mesma solução para os hereges do Aquecimento Global, a fogueira!

      Não se pode ter opinião hoje em dia, se todos gostam de ouvir sertanejo universitário, funk e outras porcarias tenho que gostar também, senão é porque estou ficando velho, intolerante, etc...

       Nas questões de opinião, estão querendo que o povo também pense igual, estamos em um tempo que as mentes são programadas.



veja este vídeo que está rodando em alguns países: 

O coitado duvida do aquecimento global e das mudanças climáticas ao telefone com um amigo. 



Nós aqui congelando em pleno meio de novembro e temos que engolir isso. Vão cuidar do desmatamento, do assoreamento dos rios, dos dejetos industriais e orgânicos, do plástico que somos obrigados a engolir, para a coca cola economizar, quero poder trocar o casco de vidro por outro.

Estou cada vez mais cheio desse papo de aquecimento Global.

Veja esta postagem também: 
http://betoorcy.blogspot.com/2010/11/blog-post.html

Obrigado a amiga Bruna Junges pela tradução e ao ECOTRETAS  pela dica do vídeo.

domingo, 6 de novembro de 2011

Origem do vírus da AIDS

Existem muitas teorias que circulam por ai que tentam explicar a origem do vírus HIV, muitas delas fantásticas que surgem na mente de pessoas sem conhecimento cientifico, outras se originam de teorias de conspiração, como por exemplo " o vírus foi fabricado em laboratório".

Falando sério, li uma bela reportagem, com ótimo embasamento cientifico, quero compartilhar com os leitores:

Fonte ZH:



Donald G. Mcneil Jr
Nossa história começa ao redor de 1921, em algum lugar entre o rio Sanaga, em Camarões, e o rio Congo, no antigo Congo Belga. Ela envolve chimpanzés e macacos, caçadores e açougueiros, "mulheres livres" e prostitutas, seringas e vendedores de plasma, legisladores coloniais malvados e médicos coloniais decentes com as melhores intenções. E um vírus que, apesar dos obstáculos, conseguiu ser transmitido de um símio na selva da África central para um burocrata haitiano que ia do Zaire para o seu país natal, e depois para algumas dezenas de homens que frequentavam bares gays, antes mesmo de ser notado — cerca de 60 anos após o início de sua jornada.

A maioria dos livros sobre Aids começou a ser publicada em 1981, quando homens gays americanos começaram a morrer em decorrência de uma pneumonia rara. Em The Origins of AIDS, publicado recentemente pela Cambridge University Press, o Dr. Jacques Pepin, especialista em doenças infecciosas da Universidade de Sherbrooke, em Quebec, realiza um feito memorável.

Pepin passa uma peneira na enxurrada de artigos científicos sobre Aids, acrescenta sua própria experiência em epidemiologia, suas próprias observações do tratamento de pacientes num hospital, seus estudos do sangue de anciãos africanos, e anos de investigação nos arquivos das potências coloniais europeias. Ele também desenvolve o caminho mais provável percorrido pelo vírus durante os anos em que quase não deixou rastros.

Trabalhando com dados a partir de 1900, ele explica como as políticas coloniais da Bélgica e da França levaram a um evento incrivelmente improvável: um frágil vírus que infectou uma pequena minoria dos chimpanzés entrou no sangue de alguns caçadores. Um deles colocou o vírus numa cadeia de "amplificadores" — campanhas de erradicação de doenças, bairros da luz vermelha, um centro de plasma haitiano e o turismo sexual gay. Sem esses amplificadores, o vírus não se tornaria o que é hoje: um peregrino sombrio no alto de uma montanha de 62 milhões de vítimas, mortas e vivas.

No começo da década de 1980, Pepin era um médico jovem que combatia uma epidemia de doença do sono num hospital em Nioki, no que antes se conhecia por Congo Belga, depois Zaire, e que hoje é a República Democrática do Congo. O vírus na época era desconhecido na África, mas seu trabalho lhe deu dicas que mais tarde o ajudariam a rastreá-lo.

Em 2005, Pepin iniciou estudos de campo. Ao coletar amostras de sangue de africanos de 55 anos ou mais, ele mostrou que aqueles que tinham recebido muitas injeções na juventude ou tinham passado por um ritual de circuncisão, no qual muitos garotos eram cortados com a mesma lâmina, muitas vezes tinham anticorpos para hepatite C ou HTLV, um vírus pouco conhecido que, assim como o HIV-1, vem dos chimpanzés e infecta as células CD4 do sistema imunológico, mas não é prejudicial. Essa era uma evidência de que o sangue e a seringa espalham outros vírus.

Amostras de sangue e tecido armazenadas em congeladores em hospitais africanos e europeus que tratam de africanos — algumas datando da década de 1950 — formam um mapa dos subtipos virais da Aids, que é surpreendentemente complexo. Por exemplo, sul-africanos brancos e negros possuem subtipos diferentes. 

— Poucos homossexuais africâneres fazem sexo com zulus heterossexuais — nota Pepin. 

O subtipo dos brancos é mais comum entre gays europeus e homens americanos; o subtipo mais comum entre os negros veio através do Zâmbia.

O vírus símio de imunodeficiência, que infecta macacos, é mapeado de forma similar; ele foi encontrado pela primeira vez em zoológicos, mas hoje é monitorado por equipes em selvas que extraem DNA de fezes.

O ancestral da Aids está em uma subespécie de chimpanzé, Pan troglodytes, que naturalmente vive apenas entre os rios Sanaga e Congo (os chimpanzés não sabem nadar). É uma mistura de vírus símios de mangabeys e guenons de bigode, pequenos macacos que os chimpanzés caçam e comem.

Em arquivos coloniais em Paris, Marselha, Bruxelas, Lisboa e Londres, Pepin investigou antigos registros de clínicas onde, a partir de 1909, prostitutas africanas deveriam comparecer para inspeções de doenças venéreas. Ele pesquisou em pilhas de jornas, como o Voix du Congolais, que escreveu extensivamente sobre poligamia e prostituição, e se debruçou sobre estudos de etnógrafos europeus (seu francês fluente foi crucial, obviamente).

Em resumo, seu relato da jornada épica é este:

Na natureza, apenas 6% dos chimpanzés trogloditas são infectados. Dentro de um grupo, cada fêmea acasala com muitos machos, mas o acasalamento com animais de fora é raro. Assim, a maioria dos grupos fica intocada, enquanto alguns estão fortemente infectados.

Os quatro grupos genéticos do HIV-1, M, N, O e P, mostram que o salto do chimpanzé para o homem aconteceu pelo menos quatro vezes na história. Mas o grupo M corresponde a mais de 99 por cento de todos os casos.

Por que apenas um se espalhou? 

Datações moleculares mostram que o M chegou até os humanos em algum momento ao redor de 1921. Os chimpanzés são grandes e ágeis demais para serem caçados sem armas de fogo, que até o século 20 estavam quase inteiramente nas mãos dos brancos.

Usando dados dos censos nas colônias, pesquisas sobre como os caçadores modernos abatem animais, e índices de infecção entre enfermeiras picadas por agulhas sujas, Pepin calcula que, no começo do século 20, pode ter havido contato de sangue com sangue entre, no máximo, 1.350 caçadores e chimpanzés trogloditas. Apenas 6% dos chimpanzés — cerca de 80 — poderiam estar infectados, e menos de 4% dos caçadores feridos provavelmente poderiam ter se infectado. Isso sugeriria apenas três caçadores infectados, no máximo.

Devido à ineficiência da maioria dos contágios sexuais — em alguns casos, marido e mulher podem fazer sexo por meses sem a transmissão —, apenas o sexo não permitiria que os três caçadores, ou mesmo uma dezena, passassem seu vírus para os milhões de pessoas, ele argumenta. Deve ter havido um amplificador.

Estudos com viciados em heroína — ele cita exemplos da Itália, Nova York, Edimburgo e Bangcoc — mostram que o contagio pelo sangue é dez vezes mais eficiente que o sexual.

Na década de 1920, seringas de vidro produzidas por máquinas substituíram as caras seringas produzidas manualmente, e os belgas e franceses atacaram muitas doenças em suas colônias, tanto por paternalismo quanto para criar imunidade em massa para proteger os bancos. Os pacientes podiam receber até 300 injeções ao longo da vida. Outras doenças se espalharam dessa forma; uma campanha contra a esquistossomose no Egito terminou em 1980 depois de transmitir hepatite C a mais da metade de seus "beneficiários". 

Assim, a infecção do grupo M de um caçador pode ter se transformado em dezenas. Aí o foco de Pepin se desloca para as cidades irmãs de lados distintos do Congo: Leopoldville (hoje Kinshasa) no lado belga, Brazzaville no lado francês. Elas são um berço epidêmico; a diversidade viral é maior nesses lugares. Além disso, a primeira amostra de sangue positiva foi encontrada ali, em 1959. 

Na década de 1960, tudo mudou. A Segunda Guerra tinha inchado as duas cidades, que forneciam matéria-prima que os aliados perderam quando o Japão conquistou colônias asiáticas. Então, quando os brancos fugiram do caos da independência, a economia entrou em colapso. A pobreza era gritante. 

Dezenas de bares-bordéis chamados "flamingos" se espalharam, a concorrência obrigou mulheres desesperadas a fazer sexo com até mil clientes por ano, e o tratamento de doenças venéreas secou. Deve ter havido uma explosão viral como aquela ocorrida 20 anos mais tarde num estudo envolvendo um grupo de prostitutas em Nairóbi: em 1981, 5% delas tinham o vírus; três anos depois, eram 82%. 

O próximo elo da cadeia foi o Haiti. Como os belgas brancos jamais treinaram uma elite africana, apenas cerca de 30% dos congoleses não pertencentes ao clero tinham diploma universitário na época da independência. 

Para preencher essa lacuna, as Nações Unidas contrataram burocratas e professores de fora. Cerca de 4,5 mil haitianos atenderam ao chamado; eles eram negros, instruídos, falavam francês e estavam dispostos a ganhar mais em seu país.

Cálculos de Pepin ficam um pouco mais especulativos 

O grupo M do HIV-1, por sua vez, se dividiu em subgrupos de A a K. A epidemia do Haiti, como a da América do Norte e da Europa Ocidental, é quase toda do subgrupo B. Mas esse subgrupo é tão raro na África central que causa menos de 1% dos casos. 

Isso sugere que a Aids tenha cruzado o Atlântico com apenas um haitiano. Datações moleculares indicam que ela chegou ao Haiti aproximadamente em 1966. 

Mais uma vez, Pepin argumenta que a rápida expansão apenas através do sexo é matematicamente impossível e que deve ter havido um amplificador. Ele acredita que o culpado foi um centro de plasma de Porto Príncipe chamado Hemo-Caribbean, que operou apenas de 1971 a 1972 e era conhecido por seus baixos padrões de higiene. 

Os centros de plasma pegam o sangue, o fazem girar e devolvem as células vermelhas. Se um novo tubo não for usado para cada paciente, a infecção se espalha. Operações negligentes em centros de plasma causaram surtos de HIV no México, na Espanha e na Índia e, mais notavelmente, na China rural, onde 250 mil pessoas foram infectadas. 

Um dos donos da Hemo-Caribbean era Luckner Cambronne, líder da temida polícia secreta Tontons Macoutes. Apelidado de "Vampiro do Caribe", Cambronne, que morreu no ano 2000, coletava o sangue de 6 mil pessoas que recebiam 3 dólares por dia, e exportava 6.057 litros de plasma para os Estados Unidos todo mês, segundo um artigo do The New York Times

O Haiti também foi um grande destino do turismo gay para americanos. O guia de viagem Spartacus descrevia os valores que os jovens de lá esperavam receber. No começo dos 1980, o subgrupo B matava homossexuais americanos e hemofílicos, sugerindo que a doença chegou por ambas as rotas. E aí começou a história moderna da Aids.

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Halloween - quem aterroriza é o Frio


Todos sabemos que o tempo não é o clima. Mas como os alarmistas gostam de gozar com as secas e o calor, o Ecotretas contrapõe com o frio! Desta vez, na costa Atlântica dos Estados Unidos, caiu a maior tempestade de neve em Outubro, de SEMPRE!!!

 Desde que há registosnunca nevou tanto em Outubro, em locais como Nova Iorque!

Infelizmente, são já várias as pessoas mortas 2.3 milhões de consumidores estão sem energia eléctrica e pelo menos 1000 voos foram cancelados



Este ano, o Arrefecimento Local chegou mais cedo, para aqueles lados... Mas não tardará nada até que o Aquecimento Global seja culpado!


Fonte: ECOTRETAS. http://ecotretas.blogspot.com/2011/10/halloween-goza-aquecimento-global.html


E por aqui, hoje fez sensação de -12ºC em Urubici/SC e no interior do RS 3ºC em Cambará, imaginem se o planeta não estivesse esquentando.


Quando vão acabar com a farsa e se preocupar com os Rios assoreados, o desmatamento, o destino do lixo e esgotos.


Mas se a farsa acabar, acabam-se verbas para ong's e cientistas vampiros do aquecimento.

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Mudanças Climáticas?



Já estamos a quase dois anos vivendo uma calmaria climática em nosso país. Inverno frio e rigoroso no sul Inverno 2011, primavera com grande amplitude térmica. Até os ventos que sempre antecedem o dia dos mortos já se fazem presente.

Não tem nem graça mais acessar os sites de meteorologia.



Claro que quando houver uma tragédia aparecerão os vampiros do aquecimento global e das mudanças climáticas para dizer: - Estão vendo como estamos certos.

Esperem o verão chegar, eles esquecerão o inverno rigoroso que tivemos e dirão: - O planeta está ficando mais quente.
Essas ongs ambientais e entidades governamentais poderiam aproveitar a calmaria climática para combater os verdadeiros vilões do meio ambiente: o desmatamento, a poluição dos rios e lençóis subterrâneos,  a má destinação dos resíduos sólidos.

Ou vão esperar o verão para lamentar o aquecimento global.

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Foca em Capão da Canoa

Com o frio deste inverno que foi muito rigoroso, não foram raras as visualizações de focas, leões marinhos, tartarugas marinhas e outros animais por aqui no nosso litoral.

A minha aluna Bruna da 6ª série, Escola Divina Providência de Capão da Canoa mandou esta colaboração.

                                   Foca na Praia do centro de Capão em Agosto/ 2011




Cinzas

Ontem quando sai da escola em que trabalho me surpreendi com a camada de cinzas que estava sob meu carro. Impressionante a viagem das cinzas do pacifico até o atlântico, mais precisamente Capão da Canoa.

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Lixo no Litoral Norte

Basta sair alguns metros do centro de qualquer cidade do litoral norte gaúcho para se deparar com lixo para todos os lados.
Quem é o culpado?

Talvez o poder público, por não conscientizar nem fazer a coleta adequada, o povo por não dar o destino correto, fato é que as cenas são lamentáveis.

                                           Imbé - ao lado do Ginásio de Esportes da Prefeitura



                                                                  Capão da Canoa






Basta nadar um pouco pela cidade para ver essas imagens por todo o lado.

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Tartaruga Marinha encalha em Mariluz

Ao chegar da escola hoje, um amigo me seguiu com sua moto e gritou: "professor tem uma tartaruga gigante morrendo na Praia", perguntei onde ficava o local, ele me informou que o animal estava na praia de Mariluz.



Chegando lá, constatei que o animal já se encontrava sem vida a algumas horas. Uma enorme tartaruga de, no mínimo 150 kg.
Como havia marcas da maré alta na noite passada, ela deve ter encalhado, mas sua saúde provavelmente já era precária, sendo assim não encontrou forças para voltar ao oceano.





Muito mais água doce



A água doce é um grande problema que a Humanidade enfrenta. Nós usamos um monte de água doce, na maioria das vezes, muito.

 E é importante que preservemos este valioso recurso. Mas quando uma notícia muito boa sobre a água fresca surgem, elas normalmente não são valorizados pelo alarmistas. Isto é o que tem acontecido no Brasil. Duas grandes descobertas foram feitas de água doce, mas pouco tem sido dito sobre ele.

 O Blog Verde trouxe para a minha atenção.Talvez, Al Gore vai mencioná-lo do Rio de Janeiro, em sua stunt Reality Climáticas ? A primeira descoberta se refere a um "rio" subterrâneo que corre por baixo do rio Amazonas, com o nome do rio Hamza . 

A representação visual pode ser visto na imagem acima, obtida aqui . O Hamza é um rio que flui muito lenta, em torno de 10 a 100 metros / ano, e é de 6000 quilómetros de comprimento. A taxa de fluxo é muito menor que o da Amazônia, mas é muito mais ampla, a 400 quilômetros.

 A descoberta é o trabalho de Elizabeth Pimentel, um estudante de doutoramento supervisionado por Valiya Hamza, para quem o rio era chamado. A boa notícia foram apresentados no 12 º Congresso Internacional da Sociedade Brasileira de Geofísica , 17 de agosto último.




A segunda descoberta está relacionada com o primeiro, mas é mais velha. Milton Matta, e sua equipe na LARHIMA (Laboratório de Recursos Hídricos e Meio Ambiente), anunciou no ano passado a descoberta do tamanho do Alter do Chãoaqüífero , que se acredita ser maior do que o Aqüífero Guarani , em termos de volume.


 Apesar de ser menor em tamanho do que o Guarani,  Acredita-se que tenha 86 mil km3 de água, contra 45 mil Guarani km3. Isto é devido a uma maior espessura em Alter do Chão, que também é mais próximo da superfície. Há água neste aqüífero suficiente para encher o Lago Superior , o lago de água doce terceira maior em volume , sete vezes!


Fonte: ECOTRETAS

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Céticos se proliferam e All Gore contra ataca

Com a teoria do aquecimento global caindo cada vez mais em descrédito devido a escândalos como o Climagate e evidências do declínio das temperaturas, All Gore volta a cena para dar mais uma sobrevida a grande teta em que mamam ONGs ambientalistas, cientistas, mídia, empresas de soluções climáticas...

Fonte METSUL:


domingo, 11 de setembro de 2011

Desfile Cívico e falta de consciência


Sábado foi feito em Imbé o desfile cívico das escolas e outras entidades do município.

Quase todas as escolas carregavam faixas ou tinham pelotões relacionados as causas ambientais.

Fui até o Desfile acompanhar meu filho que participava do evento e me convenci que a onda do aquecimento global deixou a consciência ambiental amortecida. Tudo é culpa do aquecimento global, devemos combater o CO2. Isso é o que a mídia, professores e ONG's ambientais vivem pregando.

O contraste entre as faixas ambientalistas e o lixo que os estudantes deixavam pelo caminho era chocante.

Garrafas PET

Latas

Copos Plásticos


Muito lixo

Papeis de Bala



Algo está errado, pois a consciência ambiental entre os jovens vem regredindo.

E não são apenas os jovens, se os pais também ensinassem em casa a realidade seria diferente, mas inclusive os pais estão alienados. É a era da falta de cultura geral.

Tempo Aberto - Lua cheia no mar

Após semanas de muito frio e chuva no Rio Grande do Sul, parece que teremos alguns dias de tempo aberto com a volta do sol.

Agora a pouco olhei para o céu e ele estava estrelado com uma bela lua cheia.

Não resisti, fui até a beira da praia e não me arrependi, a lua tingiu o mar de prata.



quarta-feira, 31 de agosto de 2011

INVERNO IMPLACÁVEL e o AQUECIMENTO GLOBAL

Como todos sabem sou cético quanto ao aquecimento global antropogênico. Baseado no que tenho observado, lido e em opiniões de meteorologistas e cientistas, formei minha opinião sobre o assunto.

Acredito que a indústria do Aquecimento Global sustenta muitas ong's e entidades ambientais, que até já sabem que essa teoria não se sustenta mais, mas não querem perder os incentivos para pesquisa e combate ao suposto aquecimento.

O mais grave é que esta concentração no Aquecimento Global, desvia o foco das verdadeiras agressões ambientais, como a poluição e assoreamento dos rios, desmatamento, falta de saneamento das grandes cidades e moradias em lugares inadequados.

Fato mesmo é que o Aquecimento, que de fato houve, devido a mudanças naturais de nosso planeta, acabou em 1998, segundo o mais reconhecido meteorologista do país Luis Carlos Mollion:


Mas fato é que nossos invernos estão a cada ano mais frios, me inspirei em uma matéria que saiu na Zero Hora de ontem 30/08 para fazer essa postagem:

Inverno mais rigoroso da década

A 17 anos não nevava tanto

A 11 anos não fazia uma sequencia tão grande de dias abaixo de zero grau

Temos que parar com essa idéia insistente de aquecimento global e canalizar os recursos destinados a combatê-lo para o combate as reais causas de degradação ambiental em nosso planeta.
                                

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Vizinho Inesperado

Em frente a minha casa tem uma bela lagoa chamada "Lagoa da Fonte".

Lugar muito agradável, ótimo para uma caminhada, um mate pela manhã ou no final da tarde.

Estou acostumado com patos, marrecos, quero-queros  e uma diversidade de aves que fizeram do local seu habitat.


Mas hoje notamos um novo habitante da lagoa.




Passando pela lagoa em direção ao ginásio de esportes, levando meu filho ao Futsal, ele me chamou atenção:

 - Pai, tem algo se mexendo na vegetação do lago.




Fomos até lá e não acreditei no que vi, uma enorme capivara, ali se alimentando da vegetação.



 Agora tenho uma preocupação, pois o animal é muito manso, alvo fácil para qualquer pessoa que queira fazer dele um churrasco.

Segundo pessoas que estavam próximas, as entidades ambientais já foram avisadas, mas fizeram pouco caso.



Amanhã avisarei o CECLIMAR, órgão ligado a UFGRS com sede aqui no município de Imbé-RS.




E que o novo vizinho seja bem vindo e tenha vida longa.


 Aviso aos caçadores: A carne de porco é bem mais saborosa e tem um açougue a 200m da lagoa.