terça-feira, 17 de julho de 2012

Maquetes de Célula

Solicitei aos meus alunos da 7ª série da Escola Riachuelo em Capão da Canoa, que fizessem maquetes de célula com suas organelas,  os resultados foram estes:




Os materiais utilizados foram: Isopor, masinhas de modelar, gel, gelatina.

Professores, podem pedir trabalhos utilizando isopor, pois alguns ecochatos acham que o isopor é  poluente, ou material "não sustentável", acho graça disso.

EPS é a sigla internacional do Poliestireno Expandido, produto, no Brasil, conhecido como “Isopor”. Trata-se de um plástico celular rígido, resultante da polimerização do estireno em água, descoberto em 1949 pelos químicos Fritz Stastny e Karl Buchholz nos laboratórios da Basf, na Alemanha.

O material é tido como “amigável” ao meio ambiente, por várias razões.
O isolamento térmico apropriado com EPS contribui para a redução das necessidades energéticas dos prédios, e, portanto, pode reduzir as emissões de CO² em até 50%.

Em segundo lugar, os produtos em EPS não contém e nunca contiveram CFCs ou HCFCs, gases responsáveis pela deterioração gradual da camada de ozônio.

Terceiro, como o material é muito leve, altamente resistente à compressão e a choques, de manipulação fácil e segura, ganhou status de proteção ideal para produtos durante o transporte. Não causa excesso de peso e, com isso, contribui para a redução do consumo de combustível.

O material é inerte e inócuo, o que tornou-o também propício a embalar alimentos.

Por tudo isso, o isopor associou-se à vida contemporânea de modo irreversível. Descartado no meio ambiente, não contamina água, solo ou ar – embora registre-se, como saldo dessa negligência, a poluição visual. 

O que pouca gente sabe é que o isopor é 100% reciclável, desconhecimento que termina por relegar matéria-prima preciosa ao lixo comum.
Portanto algumas pessoas tem que se informar, antes de sair falando bobagem por ai.

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