domingo, 21 de fevereiro de 2010

Dilúvio na Ilha da Madeira

Antes de ler a postagem...

Não atribuam o fato ao aquecimento Global, pois não é a primeira vez que esse episódio se dá na Ilha da madeira, em 1993 ouve uma enchente de maior proporção do que esta.

Bem, vamos lá...



Uma grande quantidade de chuva, em torno de 180mm em poucas horas atingiu a ilha da madeira, em arquipélago que pertence a Portugal.

O relevo da região favoreceu a descida em alta velocidade das águas até as partes mais baixas.


Foram grandes os estragos e graças aos populares de plantão, com suas filmadoras e cameras fotográficas, podemos ver as proporções do desastre.



O vídeo abaixo mostra a força da correnteza.





Segundo a metsul(em amarelo):

Áreas de convecção ganharam muita força sobre o arquipélago durante o avanço de uma massa de ar frio que ativou um sistema frontal na região. A maior disponibilidade de umidade na atmosfera, associada ao Atlântico muito quente, pode ter sido decisiva para que as precipitações fossem muito mais intensas que o normalmente observado.


O número de mortos nas enchentes de sábado no arquipélago português da Madeira aumentou para 42 e o de feridos, para 120, informou hoje o secretário de Assuntos Sociais local, Francisco Ramos. Segundo Ramos, ainda não se sabe ao certo o número de desaparecidos, mais de 250 pessoas deixaram suas casas e nem todos os corpos foram identificados. As chuvas torrenciais e os deslizamentos de terra provocaram a destruição de casas, estradas e infraestruturas, principalmente no sul da ilha da Madeira, a região mais afetada.
Reis, Brasileiro morador da Ilha:
Parecia um tsunami vindo de cima para baixo”, descreve o brasileiro, segundo o qual mesmo os portugueses nascidos no arquipélago não viam algo semelhante desde 1993, quando outra tempestade atingiu a região.“Ontem fez um dia maravilhoso, mas já tinha alerta vermelho para hoje. Pela manhã, o tempo já estava fechado e chovendo. Mais ou menos meio dia, saí para dar aula e já vi o caos nas ruas”, conta Reis, que dá aulas numa academia e mora na Zona do Lido, região turística que foi menos afetada pelas enchentes.

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